Jonaldo Vieira Nunes

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Atividade 2.5


Criando um portfólio em hipertexto, o seu hiper - portfólio.


O objetivo dessa atividade é fazer com que você aprenda a fazer um hipertexto que reúna o que você já produziu neste curso até agora. Esse documento deve continuar a ser utilizado por você ao longo dos estudos, inserindo pequenos textos comentando a sua produção e com links para cada novo trabalho produzido. 

Atividade 3.2


História de Quadrinhos

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Atividade 2.10


Editar verbete

            Verbete''' é um texto escrito, de caráter informativo, destinado a explicar um conceito segundo padrões descritivos sistemáticos, determinados pela obra de referência da qual faz parte: mais comumente, um dicionário ou uma enciclopédia. O verbete é essencialmente destinado à consulta, o que lhe impõe uma construção discursiva sucinta e de acesso imediato, embora isso não incorra necessariamente em curta extensão. Geralmente, os verbetes abordam conceitos bem estabelecidos em algum paradigma acadêmico-científico, ao invés de entrar em polêmicas referentes a categorias teóricas discutíveis.
            Originalmente, as obras de referência compostas de verbetes eram publicadas como tomos. Atualmente, esse formato tem sido largamente superado pela publicação digital, cujas vantagens refletem-se principalmente em sua estrutura (ver abaixo). Desde a sua origem, o verbete, como componente de uma obra de referência, é predominantemente destinado a um leitor universal. Ainda que existam muitos dicionários técnicos e enciclopédias especializadas em diversas áreas do conhecimento; e ainda que a tendência à síntese que é característica do gênero muitas vezes dificulte para os leigos a compreensão de verbetes referentes a assuntos mais obscuros ou complexos; ainda assim, o princípio que norteia a própria existência do verbete professa que o conhecimento sistemático é acessível a qualquer indivíduo dotado de razão lógica.
            O perfil dos autores de verbetes, contudo, tem-se modificado bastante no século XXI. Até então, o produtor prioritário de um verbete seria um especialista na área do conhecimento responsável por estudar o conceito a ser explicado. Armado de um cabedal teórico aprovado pela comunidade acadêmica como relevante para compreender o assunto em questão, o especialista, e apenas ele, estaria autorizado a transmitir os conhecimentos necessários à sua compreensão a qualquer interlocutor. Recentemente, porém, o sucesso de enciclopédias livres vem alterando esse paradigma em favor de uma relação imediata e fluida entre a sociedade em larga escala e o conhecimento: o controle das informações relevantes à explicação de conceitos é coletivamente exercido, e os valores de verdade antes determinados pela comunidade acadêmica passam a ser influenciados por um espectro mais amplo da sociedade.

Atividade-3.1

Os desafios da linguagem no século XXI, Pedro Demo

 
A maioria dos educadores, devido a falta de tempo, ou por algum outro motivo deixam de fazer algo que é importante para sua prática diária; que é o ato de refletir. Essa atitude ajuda o professor a diagnosticar sua forma de ensinar.Pensar é começar a mudar. Quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional.
            As exigências da tecnologia e do mercado de trabalho são tantas e tão rápidas que o profissional pode ser pego de surpresa em sua prática cotidiana. Notícias, fatos, mudanças podem chegar à sala de aula pela boca dos alunos, sem que o professor tome conhecimento. Quantas vezes, em alguns casos, o aluno supera o professor! Isso tudo por conta da internet e seus meios de comunicação tão ágeis que, às vezes o aluno fica bem mais informado que os seu professor. Hoje qualquer criança de 7 anos tem seu "orkut", se não tem computador vai na lan hose e se comunica com mundo em questão de minutos.

Atividade 4.4


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Atividade 3.5


       
Currículo Escolar  
         
Para falar sobre o currículo escolar, devemos perguntar: O que é currículo? A resposta pode variar muito e até ser antagônica, dependendo da visão de mundo que se tem. Muitos consideram currículo apenas a grade curricular, ou seja, a divisão em disciplinas e os conteúdos trabalhados por elas.
Primeiro, vamos entender o significado da palavra. “Currículo: do latim “currere”  carreira. Portanto, currículo é o conjunto de conhecimentos e práticas a serem realizados em uma instituição de ensino”.  “Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os currículos escolares promovem uma definição das disciplinas e distribuição dos conteúdos entre os componentes curriculares propostos. Um currículo pode ser definido por uma rede de ensino para todas as suas escolas”. 
            O currículo reflete todas as experiências em termos de conhecimento que serão proporcionadas aos alunos. Neste aspecto penso que possa incluir os projetos pedagógicos e o uso das tecnologias de informação e comunicação como coadjuvantes na formação do aluno, com observância do currículo como sendo algo passível de ser adaptado e não imposto. "Currículo é a experiência, conhecimentos e saberes que se espera fazer aprender na escola de acordo com o que se julgam relevante e necessário na sociedade num dado tempo e contexto. Entende-se também que currículo é também uma questão de identidade. Podendo-se considerar currículo como seleção de conhecimentos." 
           Hoje são inegáveis as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo, quando o professor tem objetivos claros na sua utilização, conhece os recursos que utiliza e integra-os ao seu projeto curricular.
Estou de acordo com a fala da Professora Euzilene, “devemos, aliar tecnologia e currículo e potencializar a transformação em sala de aula, pois esta aliança gera aprendizagem ativa, uma vez que os alunos se identificam muito mais com aulas em que a tecnologia é utilizada e desta forma rompem com a linearidade do pensamento e aprendem novas e múltiplas linguagens.
            As tecnologias dão suporte ao currículo, participando como ferramentas capazes de atuar como apoio às elaborações de raciocínio no que se refere ao acesso de ideias, conceitos, imagens, permitindo associações mentais para a elaboração do conhecimento. O responsável por esse elo é o professor. Ele fará o entendimento e o uso das tecnologias adaptadas ao currículo conforme a sua visão, adaptando e frisando a importância do desenvolvimento da capacidade de pensar, aprender, interagir com o meio em que vive.
No entanto, é preciso haver um planejamento de projetos eficaz e fundamentado nas bases curriculares, com a utilização das tecnologias e mídias educacionais, de forma que possa interagir positivamente no processo ensino aprendizagem. 
            Nesse contexto, “desenvolver projetos no âmbito do currículo escolar requer atualização da parte dele e conhecimento com as tecnologias, a ser inseridas em suas metodologias de ensino. Mas é preciso levar em conta à proposta curricular da escola, os interesses do aluno, as possibilidades, para propor uma nova prática pedagógica através de projetos”.
Pensando assim, “professores e alunos participam de um processo de produção do “saber”. 
São coautores de projetos quando participam juntos da elaboração, execução e avaliação das ideias e práticas adotadas na escola. Assim, as tecnologias servem de base para inovar a prática pedagógica adaptada ao currículo.”

terça-feira, 20 de novembro de 2012

I Encontro Ciêntifico


                                                                                                             Artigo


  

AS TECNOLOGIAS DOS PADRÕES DE TV DIGITAL NO BRASIL E NO MUNDO
                                                                                                  






                                                                 
Wigna Silva de Melo Sousa
Uermes Siqueira Campos
Sileide Machado Lucio
Jonaldo Vieira Nunes
Rosane Geleski[1]

Fábio Bombarda[2]

                                  UNEMAT, Vila Rica, MT.
RESUMO
Este artigo aborda os principais padrões mundiais de TV digital interativo, apresentando seus middlewares, codificação de áudio e vídeo, transporte e modulação. O objetivo deste trabalho foi realizar uma contextualização teórica sobre os principais fatores do surgimento da TV analógica e digital e seus métodos de transmissão. Para a realização deste trabalho foram utilizados artigos que abordam as causas do aparecimento dos meios de comunicações televisivos no mundo.

Palavras chave: Tecnologia, Sistema analógico, Sistema digital.

                                                          
1- INTRODUÇÃO     
O cientista sueco Jakob Berzellus, em 1817, observou a foto sensibilidade do selênio ao ser exposto à luz. A preciosa informação descoberta por Berzellus, de que o selênio possuía a propriedade de transformar a energia luminosa em energia elétrica, só foram comprovados 56 anos depois, em 1873, pelo telegrafista irlandês Willougeby Smith May, que realizou mais pesquisas com o selênio.
O alemão Paul Nipkow, em 1884, patenteou uma proposta de transmissão de imagens à distância, fato que lhe concedeu o crédito de "fundador da técnica de TV".  Contudo, não se pode indicar um único cientista responsável pela invenção da televisão, pois muitas foram às contribuições feitas por vários estudiosos. Cada nova descoberta se utilizava dos conhecimentos anteriores já disponíveis.
2- MÉTODOS
Para a elaboração do presente artigo foi realizada uma pesquisa bibliográfica utilizando artigos que abordavam os conceitos de sistemas analógicos e digitais no Brasil e no mundo.
3- DO ANALÓGICO AO DIGITAL

Em 1926, o escocês John L. Baird fez a primeira transmissão de imagens, dando origem à televisão. Em 1953, os Estados Unidos foram os primeiros a desenvolver a tecnologia em cores, padrão chamado de National Television System Committee (NTSC).
A primeira televisão foi lançada em 1923 e era a preto e branco.
Evolução da primeira televisão para a digital.


Mais tarde, em 1957, a França lançou o Sequencial Couleur Avec Memoire (Secam), um sistema que opera em 625 linhas na frequência de 50 Hz. No mesmo ano, a Alemanha criou o sistema Phase Alternation Line (Pal). Somente em 1972 o Brasil adotou um sistema de televisão em cores (Pal-M).

4- A TELEVISÃO AO VIVO
Hoje é praticamente inimaginável pensar a estrutura de programação de uma emissora de televisão totalmente AO VIVO.     Telejornais, telenovelas, entrevistas, apresentações musicais. Tudo produzido em estúdio.
         Programas produzidos nos mesmos formatos daqueles sucessos existentes no Rádio, intervalos comerciais apresentados por garotas propaganda que experimentavam os produtos para as câmeras e em frente aos espectadores presentes no auditório, falas decoradas, gestos teatrais, movimentação de bastidores, etc., assim eram os tempos da TV com transmissão direta.
            Os problemas técnicos de áudio e de vídeo eram comuns nas transmissões daquele tempo.

5- SISTEMAS DE TRANSMISSÃO ANALÓGICO E DIGITAL
A TV digital utiliza um modo de transmissão diferente do analógico, transformando todas as informações (áudio e vídeo) em uma corrente de bits, em código binário, que combinam zeros e uns. Esse processo evita a perda de informações, como acontecia no sistema analógico, através de interferências nas ondas eletromagnéticas, e permite uma melhor utilização do espectro eletromagnético. (Segundo ADVANCED LTDA, 2000):
Na transmissão analógica existe uma degradação linear da qualidade de imagem e som quando a distância ao transmissor aumenta ou quando as condições de recepção se deterioram. Em uma transmissão digital o sinal é Recebido com qualidade constante, enquanto o campo for suficientemente forte de maneira a existir decodificação quase sem erros. (ADVANCED LTDA, 2000, s/p, Apud Lopes2, 2007).

Uma nova plataforma de comunicação baseada em tecnologia digital para transmissão de sinais de televisão. Essa tecnologia proporciona ganhos em termos de qualidade de vídeo e áudio, aumento da oferta de programas televisivos e novas possibilidades de serviços e aplicações.

6- IMPLANTAÇÕES DA TV DIGITAL NO BRASIL

Em 1991, o governo brasileiro, através do Ministério das Comunicações,

estabeleceu a Comissão Assessora para Assuntos de Televisão (Com-Tv) encarregada de estudar e analisar a TV de alta definição que estava sendo desenvolvida em alguns países.
Somente em 1999, com a conclusão do sistema japonês, este passou também a ser testado pela comissão responsável para que pudesse escolher o melhor modelo a ser implantado no Brasil. No ano de 2003 intensificaram-se as discussões em torno da TV Digital no Brasil, culminando com o Decreto Nº 4.901 de 26 de novembro, que estabelece oficialmente o Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.

7- PADRÕES DE TV DIGITAL

O ATSC (Advanced Television Systems Committee), padrão norte-americano de TV Digital que sucedeu o analógico NTSC, entrou comercialmente em operação em 1998. Atualmente, o ATSC é adotado nos Estados Unidos, Canadá, México e Coréia do Sul.

8-FUNDAMENTAÇÂO TEÓRICA

Este capítulo aborda os principais padrões mundiais de TV digital interativo, apresentando seus middlewares, codificação de áudio e vídeo, transporte e modulação.
ATSC é uma organização de padronização americana, criada em 1982, cujo objetivo é especificar padrões para TV digital; é composta por fabricantes de equipamentos, operadores de redes, desenvolvedores de software e órgãos de regulamentação. O padrão de TV digital formado pelo conjunto de padrões especificado pela ATSC.
DVB (Digital Vídeo Broadcasting) é um consórcio europeu, criado em 1993, cujo objetivo é especificar uma família de padrões de TV digital interativo; é composto por fabricantes de equipamentos, operadoras de redes, desenvolvedores de softwares e órgãos de regulamentação de 35 países. O padrão de TV digital formado pela família de padrões especificada pelo DVB é também denominado DVB.
ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting). O Digital Broadcasting Experts Group (DiBEG), uma organização composta por várias empresas e operadoras de televisão, criado em 1997, especificou o padrão ISDB, em 1999, no Japão (FERNANDES; LEMOS; SILVEIRA, 2004). De acordo com Goularte (2003), "O padrão ISDB utiliza modulação BST-OFDM e possui uma família de padrões para a transmissão de TV digital: ISDB-T (transmissão terrestre), ISDB-C (transmissão via cabo) e ISDB-S (transmissão via satélite)". Segundo o pensamento ZUFFE 2001, p.24, Freitas 2007, p.46.
O padrão ATSC prevê uma melhor interoperabilidade entre os atuais sistemas analógicos (seja PAL ou NTSC) com a futura transmissão digital, podendo utilizar receptores no formato tradicional 4 x 3 ou no formato HDTV (16 x 9). O padrão DVB é voltado para uma utilização mais eficiente do espectro através de técnicas modernas de modulação e transmissão de sinais, mas com ênfase na utilização de aparelhos receptores com o formato tradicional 4 x 3. O ISDB é voltado para a utilização da TV não apenas como um meio de recepção de imagens em tempo real, mas como um verdadeiro sistema multimídia bidirecional, provendo recursos para o usuário escolher uma dentre várias fontes de imagem (múltiplas câmeras, também utilizando as mesmas técnicas de modulação do padrão DVB). (ZUFFO, 2001, p.24, Freitas, 2007 p.46).



9- CONSIDERAÇÕES FINAIS

No decorrer deste trabalho foi apontada a importância das tecnologias aqui apresentadas. Lembra-se que a primeira tecnologia (analógica para digital) nos mostrou o verdadeiro domínio do homem sobre a máquina, ao pegar o selênio e transformar em imagem elétrica.
Nesta pesquisa procurou compreender especificidades dos meios de comunicação de diferentes processos desenvolvidos em vários países, com objetivos de apresentar as tecnologias que estão sendo usadas (ATSC, DVB, ISDB, HDTV).




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CRISTINA, Karen Kraemer Abreu (s.d, s.p). Disponível em: www.bocc.ubi.pt/.../Abreu-silva-historia-e-tecnologias-da-televisao. pd...(acessado em 08/11/2012 ,16:23:02)
LOPES2, Denise Maria Moura da Silva (julho de 2007). Disponível em: http://paginas.terra.com.br/servicos/AdvancedRF/at5.htm/ > Sistema Brasileiro de Tv Digital: Caminhos percorridos e implantação (acessado em 08/11/2012, 07:10: 05).

ZUFFO, Marcelo Knörich (Julho de 2001). Disponível em:
http://www.lsi.usp.br/interativos/nrv/mkzuffo_livre-docencia.pdf- a convergência da realidade virtual e internet avançada em novos paradigmas de TV digital interativa (acessado em 08/11/2012, 10:20: 15).


FREITAS, Giliard Brito de (dezembro de 2007 p.46). Desenvolvimento de aplicativos para o sistema brasileiro de televisão digital: Figura 14: Arquitetura do padrão ISDB.
           

ADVANCED LTDA. HDTV. (Julho de 2007). Disponível em: < http://paginas.terra.com.br/servicos/AdvancedRF/at5.htm/ >. ACESSO EM: 11/11/2012, 08:42: 12

TIAGO, Carolina, Susana, Cidàlia, Tatiana. ( setembro de 2009). Disponível em: http://ticefaepalc.files.wordpress.com/2009/10/a-historia-da-televisa: evolução da televisão (acessado em 11/11/2012, 07:45: 09).






domingo, 18 de novembro de 2012

Memorial Escolar




      Meu nome é jonaldo Vieira Nunes, Nascido em 03-08-1975 em uma fazenda chamada servapes no interior de santa Teresinha-MT, atualmente Vila Rica.
      Minha família é goiana e tenho 7 irmãos todos mato-grossense. Somos 4 homens e 3 Mulheres, 6 com ensino fundamental trabalhando em empresa privada, e eu cursando ciência da computação, atuando na área de segurança  patrimonial
          Meus pais são semianalfabetos, eram capatazes, então moravam nesta mesma fazenda no estado de mato grosso. Portanto teve que mudar os filhos para santa Terezinha cidade próxima, para poderem estudar. Minha mãe sempre ressaltou a importância dos estudos para o ser humano, e meu pai sempre cobrou muito o desempenho dos filhos na escola.

              Não me lembro das primeiras professoras que tive, porque ainda era muito criança, só sei que era legal estudar na época. Mas devido à separação conjugal entre meus pais, tive que trabalha muito cedo para ajudar com as despesas de casa, isso veio dificultando ainda mais os meus estudos. 
            Em 1984, se mudamos para um projeto de assentamento chamado colônia São Jose, onde moramos 6 anos estudando na E.M.P.G. são Jose e trabalhando no campo. Na década 90 fomos para Santana do Araguaia - Pá, onde ficamos 2 anos na cidade e depois devidos os problemas financeiros, fui sujeito a deixar de estudar para ir trabalha na agricultara na fazenda dos Irmãos pecuaristas Srs. Ismael e Anael. Foi muito ruim deixar de estudar para ir trabalhar, más não tive alternativa, fiquei chateado porque sabia que o meu futuro estava em jogo.



Na época fazia a 4ª serie, com a desistência fiquei 4 anos sem estudar porque não tinha escola onde trabalhava. Em 1995 decidi deixar o serviço da roça e vir novamente para a cidade Vila Rica, no objetivo de retornar aos estudos. Toda pessoa tem um sonho a ser realizado na vida, ainda que pareça ser impossível de realizá-lo, comigo não é diferente, sempre sonhei em fazer faculdade e tornar-me um profissional qualificado apto para o mercado de trabalho.
 Nos anos 97 comecei a estudar 4ª e 5ª série na antiga modalidade beija-flor na Escola Municipal Vila Nova. Retornei a escola empolgado com muita vontade de continuar estudando, foi difícil esse período porque trabalhava muito, e não tinha tanto tempo disponível para dedicar aos estudos.
           No ano seguinte continuei fazendo a 5ª e 6ª série na Escola Estadual Maria Ester Peres, mas não foi possível concluí-lo, desisti novamente devido o cansaço e trabalho pesado. Foi dramática a decisão de desisti dos estudos, porque sabia que mais uma vez estava indo contra minha vontade e meus ideais.
          Em 2006, retornei a escola fazendo 5ª e 6ª série mesma modalidade na escola Estadual Vila Rica, lá estudei 4 anos tive vários professores, entre eles lembro-me da profª naziria, dava aula de geografia, minhas notas eram ótimas. Recordo também da Prof.ª Vânia que ensinava matemática, com ela aprendi vários cálculos matemáticos. Nesse período foi fácil porque tinha mais tempo disponível para dedicar aos estudos, o que contribuiu melhorando meu aprendizado.  Em fim, conclui o 3º ano em 2009.

           Para mim foi uma grande realização de muita emoção terminar o ensino médio, pois o conhecimento é o caminho mais curto para alguém chegar ao sucesso.                                                                                                                                                                            Após minha formação fiz alguns cursos profissionalizantes, entre eles os cursos Informática Básica, secretariado, departamento de pessoal e formação de vigilante pelo o qual estou trabalhando atualmente e garantindo o sustento da minha família.
          Fiquei 2 anos esperando oportunidade para fazer faculdade, porque no município não havia disponibilidade de nenhum curso na época. Ficar sem estudar não foi uma boa decisão, foi uma preocupação muito grande, porque perdi tempo de aprendizado e oportunidade de um trabalho melhor. É um prejuízo sem retorno, a vida não espera, quanto mais à gente fica longe dos estudos, mais difícil é de recuperá-los.
                                                                          

Em 2011, o governo disponibilizou dois cursos para a Unemat de vila rica, prestei o vestibular e para minha felicidade obtive sucesso conquistando uma vaga no curso de ciência da computação, com direção e coordenação da profª Vânia. 26 de março de 2012 começamos estudar juntamente com o profº edivanildo, com a disciplina introdução a tecnologia educacional, fundamento de informática l.
Atualmente moro em vila rica- MT, casado, dois filhos lindos maravilhosos.















  Vila Rica-MT, 15 de Maio de 2012.              







terça-feira, 16 de outubro de 2012

Atividade 4.3


NEGRO NO PORÃO

  A animação da gravura faz a passagem do escravo ao rei, um escravo que estar enjaulado no porão, que se levanta e tenta se desacorrentar, e passa para outra figura que estava fazendo uma bicicleta com a bola que estava acorrentado.

Atividade 4.2



Entendimento do Vídeo Takagi Masakatsu - Coieda

            
 vídeo Coieda, trabalha as formas geométricas, as cores, o som, os movimentos e as imagens que se misturam integrando-se de forma harmônica. Isso é possível porque as tecnologias digitais possibilitam novas maneiras de criação.

Atividade 4.1



ENQUANTO A TRISTEZA NÃO VEM

                O autor Sergio Ricardo exibe todo seu romantismo interpretando a musica: Enquanto a tristeza não vem. A letra fala da tristeza na favela. Mas enquanto a tristeza não vem Sergio Ricardo canta e encanta interpretando esta linda melodia: Nasceu uma rosa na favela...

Atividade 4.1



POR UNA CABEZA

Por uma cabeça de um nobre alazão Que desponta justamente na chegada E que ao regressar parece dizer Não esqueça, irmão, vós sabeis, não há o que julgar Por uma cabeça, desejo de um dia Daquela linda e perfumada mulher Que ao jurar sorrindo o amor que está mentindo Queima na fogueira todo o meu querer. Por uma cabeça Todas as loucuras Sua boca que beija Apaga a tristeza Acalma a amargura Por uma cabeça Se ela me esquece Que me importa perder Mil vezes a vida Para que viver?...Quantos desenganos, por uma cabeça, Eu jurei mil vezes, não volto a insistir Mas se me lança um olhar ao passar Sua boca de fogo, outra vez quero beijar. Chega de corridas, se acabou a farra, Um final renhido eu não torno a ver Mas se algum bingo chega a ser ficha até domingo Eu me jogo inteiro, que eu vou fazer?

Atividade 4.1



CÂNDIDO PORTINARI - OBRAS E RELEITURAS
           
Cândido Portinari pintor brasileira, cria um quadro que apresenta negros trabalhando na colheita de café. Balcão varanda de casa, banda de músicos cantando, trabalho com a cana de açúcar. Cangaceiro em ação, casamento na roça, circo Denise com gato, Denise em pé junto a mesa, descobrimento do brasil. Dina pastora, Dom Quixoto, espantalho no arrozal, espantalho, espantalho 1, espantalho 2, espantalho 3, fores.
            Florestas com animais, jogo de futebol, anegadas do nordeste, marinha, menina do laço, menina com tranças e laços azuis, menina sentada, menino com carneiro, menino com carneiro 2, menino com estilingue. Menino com estilingue 2, menino do tabuleiro, menino brincando, meninos no balanço, menino pulando carniça, crianças brincando, menino soltando pipas, moleques pulando cela.
            Mulheres, músicos triste, músicos, palhacinhos na gangorra,retirantes, retrato de João Cândido, pipas, retrato de João Cândido com cavalo, mestiço, o lavrador de café, colheita de cana, vasos de flores, cangaceiro 1955, flautista, autorretrato, releituras das obras de Portinari, menino com canoeiro.
Modalidade / Nível de Ensino
    Componente Curricular
Tema
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo
Língua Portuguesa
Análise linguística
Ensino Médio
Língua Portuguesa
Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Ensino Médio
Língua Portuguesa
Relações sociopragmáticas e discursivas

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  Criar um blog;
  fazer postagens, mantendo o blog atualizado.
Duração das atividades
2 aulas de 50 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
§  Uso da internet (letramento digital);
 Constituição do gênero blog (ver aula ”Blog: um gênero digital”, de Walleska Bernardino e Eliana Dias).
Estratégias e recursos da aula
Estratégias: atividades em duplas.
Recursos: sala de computação com recurso à Internet e hipermídia disponível.   
Aula 1   
Atividade 1   
Nesta aula, os alunos criarão um blog. É interessante que o professor possa contar com a ajuda do professor de informática.

Atividade-3.3

PLANO DE AULA


Modalidade / Nível de Ensino
    Componente Curricular
Tema
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo
Língua Portuguesa
Análise linguística
Ensino Médio
Língua Portuguesa
Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Ensino Médio
Língua Portuguesa
Relações sociopragmáticas e discursivas

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  Criar um blog;
  fazer postagens, mantendo o blog atualizado.
Duração das atividades
2 aulas de 50 minutos cada.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
§  Uso da internet (letramento digital);
 Constituição do gênero blog (ver aula ”Blog: um gênero digital”, de Walleska Bernardino e Eliana Dias).
Estratégias e recursos da aula
Estratégias: atividades em duplas.
Recursos: sala de computação com recurso à Internet e hipermídia disponível.   
Aula 1   
Atividade 1   
Nesta aula, os alunos criarão um blog. É interessante que o professor possa contar com a ajuda do professor de informática.